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O PODER DO SILÊNCIO...

"O ser humano é uma palavra habitada. Na visão da tradição tupi-guarani, através de Tupã Tenondé, nós seres humanos somos um som. Somos uma vibração, um canto do próprio Criador. O ser que somos nós se manifesta pela palavra, pelo som, pela expressão. A importância maior da palavra está no fato de que ela tem um poder, que o mesmo Criador tem, que é o poder de criar. Na filosofia tupi-guarani, cada vogal, cada palavra, quando sai da nossa boca, sai junto com o poder criador porque é uma herança que trouxemos diretamente do céu. A ferramenta criadora da qual somos portadores. Só que esta ferramenta criadora precisa se aprimorar, precisa ser lapidada e uma das ferramentas que ajuda na lapidação é o silêncio. Pela porta do silêncio, você encontra alguns caminhos: a auto-observação, a reflexão, a meditação." KAKÁ WERÁ JECUPÉ

Meditemos!

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Om. Shanti, Shanti, Shanti.

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O mestre iogue B. K. S. Iyengar diz que a prática de pranayama retira as nuvens que encobrem a consciência, clareia a visão e nos ilumina para que possamos enxergar as coisas como elas realmente são - e assim estarmos mais preparados para fazer as escolhas certas.

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A respiração é uma entidade, algo de dentro pra fora, uma conexão entre ser e mente, ser e corpo, ser e coração (alma). Quando inspiramos, é de dentro que vem a inten…

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Diga sim apenas aos orgânicos, assim acabamos com esse assassinato em massa realizado pelos grandes produtores que não seguem nenhum dos yamas (código de conduta yóguica): ahimsa (não-violência), satya (veracidade), asteya (honestidade), arvajan (retidão), sauchan (pureza de pensamentos, emoções, ações).

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Uma história inspiradora...

Há muito tempo atrás, no tempo em que os homens experienciavam a beleza, sensíveis as coisas vivas na Terra - a fala, a visão, a audição, o sêmen, a audição, a mente e a respiração – discursavam entre si para provar qual deles era o mais importante. Mas sem conseguir resolver o dilema, foram até Brahma e perguntaram:

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Brahma então respondeu:
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No dia seguinte todos decidiram fazer a experiência ao refletirem sobre as palavras de Brahma. Cada um se afastaria por um ano para que os outros pudessem avaliar o efeito de sua ausência. A Fala foi a primeira a se afastar, e ao voltar após um ano perguntou:
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